domingo, 8 de novembro de 2009

Recentes pesquisas indicam que...

Uma das subtâncias usadas no preparo de programas de televisão... é capaz de matar neurônios. A notícia veio de uma universidade da Coréia do Norte nesta semana. Os fãs de novelas, programas de humor dominicais e de programas de auditórios protestaram.

Existem trocentos e quinoves números de trabalhos indicando que substâncias prejudiciais ao bom funcionamento do cérebro são liberadas durante o ato de assistir programas de televisão. Entretanto, os estudos ainda não são capazes de indicar qual o motivo da liberação dessas substâncias e por que tipos de células são produzidas.

A solução é muito simples caros telespectadores: para desligar a televisão basta apertar o botão vermelho do controle remoto.

Pra todo mundo. Prato do mundo.

Dia 14/11, próximo sábado, vai rolar o segundo encontro da sexta edição do PRATODOMUNDO. Vai ser na Rua Coronel Cascudo, Beco da Lama. Está previsto para começar às 16h:30min. Vai rolar Tribunal Zen, Bugs e Rosa de Pedra.

Até lá.

Mais informações aqui.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Vida.


Imagem daqui.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Rock em chamas.


Quando escutei pela primeira vez as três músicas da Flaming Dogs tive diversas recordações da época em que Sabbath passou a fazer parte de minha vida. Guitarras sujas, riif’s pegajosos, baixos fortes e voz rasgada. Parece que distorceram até a bateria.

A banda é potiguar, mas faz músicas em inglês. Talvez as influências do que escutam sejam tão fortes que tenha sido algo natural compor em inglês. Eu não sou muito favorável a bandas brasileiras que compõem em inglês, acho que o português é uma língua muito boa para se escrever e se cantar. Mas eu entendo as bandas que compõem em inglês, porque flui muito natural compor em inglês, porque quase tudo que a gente escuta de Rock é feito em inglês.

O entrosamento da banda, na gravação, já demonstra que a performance ao vivo é muito quente. E a verdade é que eles são melhor no palco do que eu imaginava. E além disso, tocam as suas músicas com mais energia do que quando estão tocando músicas de outras bandas, o que me parece um bom sinal. Para mim, significa que gostam de tocar mais as suas próprias músicas do que as músicas dos outros. Acreditar em si mesmo já é um grande passo.


Ah, leia também o que Alexis escreveu sobre eles, de uma forma bem mais rude que eu poderia fazer (afinal de contas sou amigo do vocalista, o que torna parcial tudo o que escrevi sobre a banda).

Visite o site e escute as músicas da Flaming Dogs, vale a pena.


terça-feira, 20 de outubro de 2009

Ibsen e Coutinho.

Uma amiga, Thaís, me emprestou o livro “Um inimigo do povo” de Henrik Ibsen. Trata-se de uma peça de teatro escrita por Ibsen e apresentada em Oslo, capital da Noruega, em 1883. Achei fantástico e muito gostoso de ler.

Quando terminei fui comentar com Thaís sobre ele e ouvi: “incrível como é atual”. Realmente, com leves alterações, retrataria perfeitamente o Brasil. Trata-se de um tema universal, que atinge toda humanidade, que alerta os perigos do pensamento majoritário e da forma como a política é manejada.

Quão perigoso aquele velho pensamento: “a voz do povo é a voz de Deus”.

Recordei-me do texto de autoria de Carlos Marden Cabral Coutinho que postei aqui há certo tempo.

A inocência do Dr. Stockmann o levou a acreditar que seria o “amigo do povo”, ilusão que se foi desfazendo em meio a descobertas cada vez mais frustrantes para si e sua família. Logo passou a ser intitulado “inimigo do povo”, e então vestiu a camisa e foi bradar seu discurso em meio aos “cidadãos”. Não é difícil imaginar como termina a história. Mas o bom do texto são as constatações (intuitivas) que vão surgindo ao longo do texto.

Como é bom ler um bom livro.



***




Ibsen, Henrik. Um inimigo do povo. Porto Alegre: L&PM, 2007. Trad. Pedro Mantiqueira.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

RReis.


Cada Um

Cada um cumpre o destino que lhe cumpre,
E deseja o destino que deseja;
Nem cumpre o que deseja,
Nem deseja o que cumpre.

Como as pedras na orla dos canteiros
O Fado nos dispõe, e ali ficamos;
Que a Sorte nos fez postos
Onde houvemos de sê-lo.

Não tenhamos melhor conhecimento
Do que nos coube que de que nos coube.
Cumpramos o que somos.
Nada mais nos é dado.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Imaginação

Eu admiro bastante as pessoas que ganham ouro em olimpíadas, que conseguem escrever livros bons como Machado de Assis, que vencem grandes desafios como escalar o Everest. Não acho que eu vá conseguir sequer chegar perto de algum grande feito quanto estes. E nem insisto para isso. Mas eu costumo me perguntar: o que eu poderia fazer para alcançar um grande feito como estes?

Insisti neste questionamento, e fui atrás de ler algumas coisas de pessoas que considerava grandiosas (hoje não mais: a leitura ensina mais do que a gente quer). Descobri que Gandhi era péssimo para a família (através de Louis Fischer). Descobri que Guevara era nada mais que um cara qualquer, com umas ideias idiotas e com uma coragem incrível. Descobri que Einstein era um dos malucos mais esforçados que esse mundo conheceu, mas não era um gênio.

Parece que todas essas pessoas tem algo em comum. São extremamente esforçadas. Gandhi e Einstein beiravam à loucura mesmo. Mas quando acreditavam em algo se dedicavam a isso como se fosse a coisa mais importante do universo. Já Guevara tinha um problema, acreditava que revoluções só eram possíveis com armas. Não gostei disso, e até posso dizer que não gosto dele. Acho que não gostaria dele se ainda fosse vivo e o conhecesse hoje.

Estou me dedicando a algumas coisas e não tenho conseguido bons resultados. E isso tem me dado uma sensação enorme de frustração. Fico chateado por me sentir incompetente. Mas não tenho saída, tenho de me dedicar mais, preciso de mais esforço, e acreditar que as coisas vão acontecer.

Ainda me lembro de quando eu tinha o “grande sonho” de montar minha banda e tocar num palco para um público grande. Parece idiota, mas era um sonho. Um mini-sonho (hahaha). Mas era. Não sou um grande músico (toco mais ou menos), mas consegui entrar em várias bandas e tocar em alguns shows interessantes. Realizei esse mini-sonho, e me senti feliz. Cada vez que me preparava para tocar sentia uma enorme felicidade por saber que mais uma vez estava conseguindo fazer aquilo que um dia, quando criança, havia desejado.

Hoje tenho grandes metas, difíceis, complicadas. E tenho me dedicado bastante. Mas não tenho conseguido vencer. E penso: não há tempo para me desestimular. Preciso me dedicar mais, preciso de mais esforço. Minha hora vai chegar. E fico imaginando como será feliz. Esses momentos (imaginados) me motivam tanto que recomendo a todos: imaginem.


domingo, 4 de outubro de 2009

STF no YouTube

O canal oficial do STF no YouTube está muito bom. Os vídeos estão com ótima qualidade.